
Nunca gostei de perder tempo! Nem em projectos que considero que não têm condições de vingar, nem com questões que eventualmente não parecem o que são.
No entanto, também nunca fui mulher de deixar passar em branco questões levantadas, publicamente ou não, que por uma razão ou outra não estão correctas. E confesso que injustiças me incomodam.
Acresce que, como profissional da comunicação, com mais de 15 anos de experiência no mercado português, considero que os mal-entendidos devem ser esclarecidos para que não se estendam no tempo e não prejudiquem, definitivamente, a reputação de qualquer pessoa ou instituição.
Como se deve entender pela prosa, refiro-me à polémica, pública e algo divulgada nos Meios de Comunicação Social sobre as eleições para os corpos sociais da APECOM.
Estamos num país livre e todos temos o direito e, pessoalmente considero até que o dever, de criticarmos o que nos parece que não está correcto. Mas vivemos numa democracia em que o contraditório também é um direito. E, na nossa profissão, conhecemos bem a sua importância.
Não vou efectuar quaisquer juízos de valor sobre intenções ou contextos, apenas, a bem da verdade, contrariar algumas críticas efectuadas por as considerar injustificadas e até injustas e por me atingirem directamente, já que integrei esta lista e, desde anteontem, ocupo a Vice-Presidência da APECOM. Assim:
1. A estranheza demonstrada por alguns associados e outros não associados pela existência de uma lista única – num universo de 23 associados (que passaram, com muita pena minha, na véspera das eleições a 22 e no dia das eleições a 24) o máximo que, matematicamente, poderia ter existido seriam duas listas. Só houve uma agência, a Lift, que se preocupou em movimentar e entusiasmar outras, no sentido da criação de uma lista. Todas as outras teriam tido hipótese de o fazer. Não o fizeram.
2. Esta lista é uma extensão da antiga Direcção da Apecom- ‘mais do mesmo’ como alguém se referiu ou ‘a mesma direcção’ como referiram outros. – A nova Direcção da APECOM é composta pela Lift, representada por Salvador da Cunha, que assume a Presidência e que provém da antiga direcção, pela Frontpage, representada por mim e que ocupará a Vice-presidência e pela Generator, representada por Luís Rosendo, Secretário da Direcção. Vejamos então, o único órgão executivo da APECOM será ocupado, em dois terços, por sangue novo. Ou seja, por agências que nunca ocuparam cargos de direcção na associação. Parece-me até uma conjugação interessante. Mas quem efectuou as críticas sabê-lo-á dado que a maioria já ocupou cargos na Direcção da APECOM;
2. A APECOM é ‘uma crónica de morte anunciada de pouca qualidade’; ‘A APECOM é irrelevante’ ou a ‘APECOM está nos Cuidados Intensivos’- Não vou sequer criticar a falta de cuidado na selecção das palavras utilizadas, vou apenas relembrar que a APECOM é uma associação empresarial e como tal é o que os associados e o mercado pretendem que seja. A Direcção pode promover e dinamizar mas, se não existir interesse e participação, de pouco valerá.
Não fossem tão poucos e sempre os mesmos a tecerem críticas à associação e confesso que ficaria traumatizada. É que estas não são, nem de perto nem de longe, as palavras que alguém que se prepara, com entusiasmo, para percorrer um caminho que dignifique e promova a nossa actividade gosta de ouvir.
Mas acabo da mesma forma que comecei. Gosto pouco de perder tempo! E se aceitei o repto que me foi lançado pelo Salvador da Cunha para ocupar a Vice-Presidência da APECOM é porque acredito no programa e nos elementos desta direcção e, mais importante ainda, porque acredito nas agências associadas e na participação e apoio que estas possam dar, no futuro, na criação de uma associação que é, e sempre foi, relevante (convém não esquecer que cerca de 70% da facturação do mercado se encontra com os associados da APECOM).
No entanto, também nunca fui mulher de deixar passar em branco questões levantadas, publicamente ou não, que por uma razão ou outra não estão correctas. E confesso que injustiças me incomodam.
Acresce que, como profissional da comunicação, com mais de 15 anos de experiência no mercado português, considero que os mal-entendidos devem ser esclarecidos para que não se estendam no tempo e não prejudiquem, definitivamente, a reputação de qualquer pessoa ou instituição.
Como se deve entender pela prosa, refiro-me à polémica, pública e algo divulgada nos Meios de Comunicação Social sobre as eleições para os corpos sociais da APECOM.
Estamos num país livre e todos temos o direito e, pessoalmente considero até que o dever, de criticarmos o que nos parece que não está correcto. Mas vivemos numa democracia em que o contraditório também é um direito. E, na nossa profissão, conhecemos bem a sua importância.
Não vou efectuar quaisquer juízos de valor sobre intenções ou contextos, apenas, a bem da verdade, contrariar algumas críticas efectuadas por as considerar injustificadas e até injustas e por me atingirem directamente, já que integrei esta lista e, desde anteontem, ocupo a Vice-Presidência da APECOM. Assim:
1. A estranheza demonstrada por alguns associados e outros não associados pela existência de uma lista única – num universo de 23 associados (que passaram, com muita pena minha, na véspera das eleições a 22 e no dia das eleições a 24) o máximo que, matematicamente, poderia ter existido seriam duas listas. Só houve uma agência, a Lift, que se preocupou em movimentar e entusiasmar outras, no sentido da criação de uma lista. Todas as outras teriam tido hipótese de o fazer. Não o fizeram.
2. Esta lista é uma extensão da antiga Direcção da Apecom- ‘mais do mesmo’ como alguém se referiu ou ‘a mesma direcção’ como referiram outros. – A nova Direcção da APECOM é composta pela Lift, representada por Salvador da Cunha, que assume a Presidência e que provém da antiga direcção, pela Frontpage, representada por mim e que ocupará a Vice-presidência e pela Generator, representada por Luís Rosendo, Secretário da Direcção. Vejamos então, o único órgão executivo da APECOM será ocupado, em dois terços, por sangue novo. Ou seja, por agências que nunca ocuparam cargos de direcção na associação. Parece-me até uma conjugação interessante. Mas quem efectuou as críticas sabê-lo-á dado que a maioria já ocupou cargos na Direcção da APECOM;
2. A APECOM é ‘uma crónica de morte anunciada de pouca qualidade’; ‘A APECOM é irrelevante’ ou a ‘APECOM está nos Cuidados Intensivos’- Não vou sequer criticar a falta de cuidado na selecção das palavras utilizadas, vou apenas relembrar que a APECOM é uma associação empresarial e como tal é o que os associados e o mercado pretendem que seja. A Direcção pode promover e dinamizar mas, se não existir interesse e participação, de pouco valerá.
Não fossem tão poucos e sempre os mesmos a tecerem críticas à associação e confesso que ficaria traumatizada. É que estas não são, nem de perto nem de longe, as palavras que alguém que se prepara, com entusiasmo, para percorrer um caminho que dignifique e promova a nossa actividade gosta de ouvir.
Mas acabo da mesma forma que comecei. Gosto pouco de perder tempo! E se aceitei o repto que me foi lançado pelo Salvador da Cunha para ocupar a Vice-Presidência da APECOM é porque acredito no programa e nos elementos desta direcção e, mais importante ainda, porque acredito nas agências associadas e na participação e apoio que estas possam dar, no futuro, na criação de uma associação que é, e sempre foi, relevante (convém não esquecer que cerca de 70% da facturação do mercado se encontra com os associados da APECOM).
Por mim esta questão está fechada. Agora só me interessa o futuro. E o futuro é de trabalho!
Sem comentários:
Enviar um comentário