quinta-feira, 31 de julho de 2008

terça-feira, 29 de julho de 2008

10 boas razões para Comunicar

Numa altura em que se torna público o desconhecimento da utilidade da actuação das consultoras de Comunicação, deixo aqui o que considero serem dez boas razões para comunicar:
Aumentar a notoriedade positiva da sua empresa, produto ou serviço …
Obter a compreensão e lealdade dos seus principais públicos-alvo… o que só será possível se estes reconhecerem a sua empresa, a sua actividade, os seus produtos ou serviços e a sua postura perante o meio envolvente;
Posicionar correctamente a sua empresa, serviço ou produto potenciando os seus pontos fortes e desvalorizando os seus pontos fracos.
Promover uma imagem coerente entre o que a empresa comunica e o que a empresa é. A disfuncionalidade de imagem pode, a médio prazo, trazer-lhe graves prejuízos;
Passar de forma clara e detalhada as mensagens que pretende transmitir aos seus público-alvo para mais facilmente atingir os objectivos estratégicos pré-estabelecidos; As mensagens publicitárias não lhe permitem, a maior parte da vezes, transmitir as informações detalhadas que pode passar através das RP’s;
Diferenciar a sua empresa, produto ou serviço da concorrência;
Credibilizar o seu negócio… as empresas os serviços e produtos oferecem a mesma confiança que oferece a sua gestão e os seus accionistas;
Prevenir e preparar uma futura eventual crise… quando os jornalistas e o público já têm uma opinião positiva de uma empresa serviço ou produto, é mais fácil, em período de crise, justificar os acontecimentos que deram origem à crise e receber o seu apoio e compreensão;
Um bom Plano de RP’s enriquece o seu Plano de Marketing… e ajuda-o a atingir os objectivos de vendas;
10ª Todos os dias, as empresas comunicam, involuntariamente, de uma forma ou de outra. Este facto, leva a que a sua imagem seja a que o receptor cria através das mensagens que inconscientemente lhe e não a imagem que pretende transmitir. Pense nas vantagens que terá, se os receptores virem na sua empresa a imagem que pretende transmitir da mesma.

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Hoje as Consultoras de Comunicação foram noticia!

Hoje as Consultoras de Comunicação foram noticia. E, desta vez, por bons motivos.
O jornal ‘Briefing’ e o blogue ‘Do Fundo da Comunicação’, do meu colega João Duarte, publicaram Dossiers Especiais de Comunicação.
Destaco no Briefing o artigo de Opinião de Salvador da Cunha que toca num ponto fulcral da imagem deste nosso mercado: a falta de percepção dos públicos sobre a actividade das Consultoras de Comunicação.
Considero mesmo que o desconhecimento da actividade é uma das principais razões para o nascimento da ‘onda’ de má imprensa de que alguns ‘players’ do mercado se têm vindo a queixar. Mas não é a única… Digamos que na origem desta onda se encontram ainda alguns outros substantivos como vaidade, alter ego e cruzada.
No Especial ‘Do Fundo da Comunicação’ gostei de ouvir as opiniões de Pedro Guerreiro, Director do Jornal de Negócios e de Álvaro Mendonça, Director do Oje, sobre a actividade das consultoras de Comunicação. Aconselho aos meus colegas de actividade que as ouçam e reflictam sobre as mesmas.

As agências de comunicação podem e devem ser o ‘braço direito’ das empresas!

As relações públicas são uma ferramenta de gestão indispensável ao desenvolvimento das empresas. Penso que este é hoje um dado adquirido pela gestão moderna.
O crescimento económico das empresas será beneficiado se for acompanhado por uma imagem de credibilidade e prestígio junto dos seus públicos-alvo e os problemas de imagem poderão encontrar nas relações públicas o agente chave da mudança. A disfunção entre a realidade da empresa e a sua imagem pública é perigosa e poderá criar danos difíceis e morosos de reparar, gerando a desconfiança e insatisfação dos públicos-alvo (accionistas, consumidores, colaboradores, parceiros de negócio, etc.).
Esta realidade, que não era entendida há uns anos atrás pelos responsáveis das empresas, está a mudar. Um inquérito sobre os factores mais importantes para qualificar uma companhia, realizado na Grã-Bretanha junto de gestores de empresas líderes, revelou dados interessantes: em três anos, o factor ‘performance financeira’ desceu 16 pontos percentuais enquanto os factores relacionados com a notoriedade e reputação das empresas cresceram 14.
Em Portugal, a situação não é diferente. Embora, infelizmente, não tenhamos disponíveis estudos eficazes sobre a matéria, diz-nos a experiência que a procura dos serviços de consultoria em comunicação empresarial é cada vez maior. E este crescimento não se revela só em quantidade como também em qualidade, designadamente na exigência de maior profissionalismo às agências.
O amadurecimento do mercado e a profissionalização das consultoras de relações públicas e comunicação leva, consequentemente, a um aumento da sua capacidade de resposta e à oferta de um serviço integrado de comunicação.
Ferramentas como gestão de crise, public affairs, comunicação interna ou formação de porta-vozes que, embora disponíveis, eram apanágio de apenas um pequeno grupo de empresas, começam hoje a assumir-se como uma prioridade para grande parte da comunidade empresarial. As relações públicas eram conotadas com a assessoria mediática, tomando-se a parte pelo todo, mas tem crescido a percepção por parte dos clientes de que se obtêm melhores resultados com o apoio de uma estratégia integrada de comunicação, capaz de potenciar todas as ferramentas disponíveis e de impactar todos os seus públicos-alvo.
As agências de comunicação podem e devem ser o ‘braço direito’ das empresas na gestão da sua comunicação e imagem, transferindo para o cliente as suas principais mais-valias: um serviço prestado por profissionais experientes e pro-activos, disponibilidade para acompanhamento personalizado, imparcialidade na análise das questões, soluções estratégicas para diferentes necessidades, resultados eficazes (não falo em kilogramas de notícias mas em impactar públicos-alvo e atingir objectivos pré-definidos)... e redução das preocupações e carga de trabalho dos clientes nesta matéria.