segunda-feira, 29 de novembro de 2010
O 'negócio ' das figuras públicas
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Vou fazer greve. Pagas?
terça-feira, 23 de novembro de 2010
E quando o sucesso depende da solução mais óbvia?
E quem disse que é fácil chegar ao óbvio?
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Harry Potter ou Politica?
A propósito da estreia mundial de 'Harry Potter e as Reliquias da Morte' um jornalista da Vanity Fair foi testar os conhecimentos politicos dos norte-americanos. O jornalista referia um nome e os entrevistados teriam apenas que responder se este correspondia a um personagem de Harry Potter ou a um politico. O resultado foi o que verão no vídeo. Uma desgraça...
Num momento em que a nossa governação envergonha-me fico a pensar se não seria muito mais feliz se vivesse na santa ignorância...
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Frontpage na 'short list' dos European Excellence Awards
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Boas notícias precisam-se!
Sector da Comunicação e Relações Públicas de boa saúde!
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Volta FMI. Estás perdoado!
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Existem Relações Públicas Europeias? Não me parece...
Nas RP’s é sempre difícil criar bons planos globais de comunicação…
De regresso...
‘Os ausentes fazem sempre mal em voltar’ Jules Renard
A máxima não se aplica aos que têm como missão na vida comunicar pelo que, após uns meses de interregno… voltei!
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Baralhar a crise
sexta-feira, 26 de março de 2010
Criminalidade e Incoerência: vale a pena?
Diariamente, na nossa actividade de consultoria de comunicação, desenvolvemos para os nossos clientes estratégias de comunicação coerentes com a sua realidade empresarial.A incoerência entre a realidade e as mensagens veiculadas coloca inevitavelmente os comunicadores numa posição de grande vulnerabilidade e pode, a médio ou mesmo a curto prazo, destruir a reputação de qualquer entidade.
Vem esta elegia à coerência a propósito do processo de comunicação dos resultados do último relatório de segurança interna.
O senhor Ministro da Administração Interna apresentou (comunicou) uma diminuição da criminalidade grave em 0,6% face ao ano transacto e consequentemente uma inversão de tendência neste tipo criminalidade. Arriscou… e muito! E arriscou porque pode arriscar.
Será possível que quando Rui Pereira presta estas declarações nenhum jornalista, mais atento, leia o referido relatório e efectue as seguintes perguntas: ‘Senhor Ministro, como é possível estar a registar-se uma inversão de tendência da criminalidade grave e violenta se esta aumentou em treze distritos e apenas diminui em dois?’ ou ‘Senhor Ministro, sendo que 2008 apresentou uma das taxas de criminalidade mais alta dos últimos anos, não lhe parece irrelevante um decréscimo de 0,6%?’
Diz ainda o Senhor Ministro: Portugal continua a ser um dos países da Europa com a taxa de criminalidade mais baixa. É verdade. Li hoje, no jornal I. As estatísticas da taxa de criminalidade comparada indicam-nos que, de facto, Portugal, Grécia, Espanha e Itália são os países com menor taxa de criminalidade comparada da Europa. Por outro lado, a Suécia, a Bélgica, o Reino Unido e a Dinamarca são os países mais violentos da Europa. Não soa a estranho?
Mais uma vez, alguém me diz por que é que ninguém explica aos portugueses que os suecos devem ser os cidadãos da Europa que mais confiam na eficácia das suas polícias e que, consequentemente, se lhes roubam um alfinete, apresentam queixa. Ninguém fala das ‘cifras negras’. Em Portugal, a criminalidade é baixa porque o ‘pessoal’ não apresenta queixa. Para quê?
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
A situação de Portugal é igual à da Grécia? Não. É pior…
Hoje, ao ler na capa do Público que a UE poupou a Grécia e agravou os juros da dívida portuguesa, não pude deixar de me lembrar de um cliente antigo, um grande empresário, com o qual tive o maior orgulho em trabalhar.Há cerca de oito anos, a Jerónimo Martins passava por um difícil momento financeiro. Apresentava grandes prejuízos, o valor das suas acções encontravam-se em movimento descendente e, na imprensa, era-me difícil localizar qualquer referência positiva ao Grupo.
Foi nessa altura que tive o prazer de ser convidada a gerir a comunicação deste grande grupo de retalho. A situação não era, de facto, a melhor. Mas graças à honestidade e génio empresarial de Alexandre Soares dos Santos, nesse ano, a Jerónimo Martins apresentou uma estratégia de ‘saneamento’ financeiro da empresa que comunicou da seguinte forma: temos um problema e estamos empenhados em resolvê-lo assim...
Nunca me tinha acontecido. No ano em que a empresa apresentou os piores resultados de sempre, Alexandre Soares dos Santos liderava as colunas ‘a subir’ da maioria dos ‘termómetros’ da comunicação social. E tudo isto, por uma razão simples. Foi honesto. Assumiu o problema, apresentou solução e mostrou um forte empenho em inverter a situação. Hoje, nas entrevistas que assisto com diversos gestores de fundos internacionais, quando lhes é perguntado que acções do PSI20 aconselham, invariavelmente, as da Jerónimo Martins integram o lote de seleccionadas.
O que tem esta história a ver com a notícia do Público? Tudo.
Portugal vai ver os juros da dívida agravados por ter um governo desonesto, que esquece números e não assume claramente o grave momento financeiro que o país atravessa. A situação de Portugal não é igual à da Grécia, diz-se. Pois não. É pior. A Grécia tem um governo honesto e empenhado em encontrar uma solução. E já foi premiada. Portugal tem um Governo que não assume a gravidade da situação, escamoteia, engana… e acaba de ser penalizado!
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Está esclarecido
A Briefing já alterou o 'engano'.
E eu continuo na minha. Não há nada como falar claro.
Esclarecimento...
Deve haver um engano... Não houve adjudicação directa. A Frontpage foi convidada para apresentar uma proposta que apresentou.
A questão não tem grande relevância e há uns tempos atrás não teria gasto muito tempo com esta questão. Hoje, pessoalmente, incomoda-me a falta de clareza residente no nosso país. Não há nada como falar claro.
Fica o esclarecimento e os parabéns à mediática pela conquista do novo cliente.





